Desde os atentados de 11 de setembro de 2001 o mundo não é mais o mesmo. Desde a Guerra Anglo-Americana, em 1812, esse foi o primeiro ataque de efeitos psicológicos e corretivos imposto por forças inimigas em território americano.
Embora ainda não declaradas as respectivas autorias, esse inimigo invisível deixou um saldo de mortes superior a 3000, ainda sem reivindicação de autorias permanece até hoje um mistério.
Esse fato de o responsável ainda não ter sido identificado não deixa mais os americanos dormirem em paz. A constante preocupação continua.
A perda de um de seus maiores símbolos e milhares de americanos deu uma sensação de medo e impotência ao povo americano.
Os ataques não têm precedente histórico. Nunca uma agressão tão devastadora ficou anônima por tanto tempo. A paz tornou-se uma palavra vazia, porque os americanos ficaram sem condições de sentir a paz interior.
Paz não é ausência de guerra, não é tranquilidade. É sentimento de segurança pessoal. Aquele ato, adicionado a razões de ordem econômica, fez o presidente George W. Bush partir para uma agressão: a Guerra no Iraque.
A invasão do Iraque em 2003 iniciou-se a 20 de março através de uma aliança entre os Estados Unidos, Reino Unido e muitas outras nações (unidade conhecida como a Coligação) iniciada, a partir do Kwait a ofensiva terrestre, depois de uma série de ataque aéreos com mísseis e bombas a Bagdad e arredores ter aberto o caminho às tropas no terreno.
Os efetivos, assim como os meios materiais do exército iraquiano haviam sofrido forte deterioração, desde a , contando agora com 17 divisões do exército regular (contra as 40 que possuíam na guerra de 1991), além das seis divisões da Guarda Republicana.
Apesar de alguma resistência por parte dos iraquianos, as forças terrestres da coligação norte-americana e britânica avançaram bastante até terem um abrandamento no dia 25 de março por falta de provisões. A 26 de março foi aberta a frente norte de ataque com a chegada de forças aerotransportadas à região norte controlada pelos curdos.
Encontrando menor resistência do que a inicialmente prevista, as tropas norte-americanas, a 4 de abril ocupam o aeroporto internacional de Bagdad, situado a poucos quilometros da capital. No dia seguinte alguns tanques norte-americanos fizeram incursões no centro de Bagdade
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